O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) é uma entidade sem fins lucrativos, que congrega arquitetos unidos em torno de um objetivo principal: o contínuo aprimoramento da arquitetura feita no Brasil, em defesa e em benefício do ambiente de vida de todos os que aqui habitam, em defesa e em benefício das paisagens urbanas e não urbanas do país, as quais constituem elementos essenciais da cultura nacional, sendo patrimônios inestimáveis da população brasileira. A busca desse objetivo é o elemento que dá sustentação e sentido a quaisquer ações e iniciativas do IAB, seja no campo da defesa do digno exercício profissional da arquitetura e dos seus princípios éticos mais elevados, seja no campo do ensino da arquitetura e de sua divulgação entre pessoas não diretamente ligadas ao exercício dessa profissão.
Sendo a mais antiga das entidades brasileiras voltadas aos temas ligados à arquitetura e ao exercício da profissão de arquiteto-urbanista, o sistema IAB goza de grande prestígio e respeito não só entre os quase 100 mil profissionais de arquitetura e urbanismo atualmente existentes no país, mas, também, entre os estudantes desta profissão, bem como entre o público leigo em geral. Tais prestígio e respeito decorrem não só dos quase 90 anos de existência e ação continuada do IAB, mas, principalmente, do conteúdo desta ação, que foi sempre marcado pela defesa incondicional da qualidade da arquitetura feita no Brasil e pela defesa da qualidade dos lugares em que vivem as populações das diferentes regiões do país, considerados tanto seus aspectos funcionais, ecológicos e ambientais, quanto seus aspectos históricos e artísticos.
Fundado em 26 de janeiro de 1921, o IAB é um sistema atualmente formado por 27 Departamentos, sediados nas diferentes unidades da Federação, os quais possuem, por sua vez, núcleos nos municípios de maior relevância; este sistema, cuja ação cobre praticamente todo o território do país, é encabeçado por uma Direção Nacional, responsável pela articulação e pela coordenação do todo, bem como pelas ações de abrangência nacional e internacional.
Por meio de sua Direção Nacional, o sistema IAB se faz representar nos órgãos da administração federal; é também por meio de sua Direção Nacional que o IAB se vincula a entidades internacionais, dentre as quais merecem destaque a União Internacional de Arquitetos (UIA), órgão consultivo da UNESCO para assuntos relativos ao habitat e à qualidade do espaço construído, a Federação Pan-Americana de Associações de Arquitetos (FPAA) e o Conselho Internacional de Arquitetos de Língua Portuguesa (CIALP).
História do IAB
Verão de 1921 – O mundo vivia os reflexos da primeira Guerra Mundial. Governava o país Epitácio Pessoa e a capital da República era o Rio de Janeiro.
Cisão Temporária / Unidade Consolidada – 1922, Semana Modernista; 1924, Movimento Pau-Brasi; 1925, Manifesto de Gregori Warchaviski.
Novos Tempos – Julho de 1930. O país vivia os derradeiros momentos da primeira República, com Washington Luiz no Poder (1926 – 30 ).
Surge o IAB – O Brasil vivia o Estado Novo (1937-45) e o mundo se preparava para a Segunda Guerra Mundial.
IAB se Fortalece e Amplia Atuação – Fim da ditadura Vargas. Momento de democratização. JK sobe ao poder. Mudanças sacodem a sociedade brasileira.
Participação Direta e Luta Intensa – Brasília inaugurada. Vitoriosa a Revolução Cubana. Empossado Jânio Quadros. Reunião da Aliança para o Progresso. O país e o continente vivem um momento peculiar de sua história
Maio 68 na França / AI-5 no Brasil – 1968, ano de grandes movimentos de contestação no mundo e no continente latino-americano e, também, de grandes repressões: México, Checoslováquia, França, Brasil…
IX Congresso Brasileiro de Arquitetos Reúne Seis Mil Pessoas – 1970. O país vive sob o véu da repressão. Ame-o ou deixe-o. A América Latina está nas casernas.
IAB 1981. Sessenta Anos de Luta e Participação – É o IAB caminhando para maturidade. Um IAB pronto a contribuir para a construção de uma sociedade mais democrática e uma nação independente.
IAB Hoje (nota do editor: o texto é de 1988) – Abertos os trabalhos para a elaboração da Nova Constituição. A insegurança e a inconsistência do Poder Central refletem-se em toda a sociedade. O país caminha em dissonância…
Pesquisa Histórica: João Ricardo Serran / Redação: Clarissa Junqueira Coimbra - IAB DN
COMPOSIÇÃO DE IAB-GOIÁS NO BIÊNIO 2010/2011
PRESIDENTE: JOHN MIVALDO DA SILVEIRA
1º VICE-PRESIDENTE: ANTONIO LÚCIO FERRARY
1º SECRETÁRIO: LUCIANA JOYCE HAMER
2º SECRETÁRIO: FABIANA TRINDADE LONGHI
1º TESOUREIRO: MAURÍCIO MARQUES DE FARIA
2º TESOUREIRO: LUCÍDIO GOMES AVELINO FILHO
CONSELHO FISCAL
CONSELHEIRO TITULAR: ELENISE SILVA ARAÚJO
CONSELHEIRO TITULAR: MARCOS FERNANDO G. OLIVEIRA
CONSELHEIRO TITULAR: JULIANO FERREIRA DE SOUZA
CONSELHEIRO SUPLENTE: NORMALICE MARIA DE QUEIROZ
CONSELHEIRO SUPLENTE: FERNANDO VILLA CASTRO
CONSELHEIRO SUPLENTE: LUDIMILA RODRIGUES DE MORAIS
CONSELHO SUPERIOR
CONSELHEIRO TITULAR: JORGE VILLAVISENCIO ORDONEZ
CONSELHEIRO TITULAR: MAURÍCIO MARQUES DE FARIA
CONSELHEIRO TITULAR: RENATO MELO ROCHA
CONSELHEIRO TITULAR: LUIZ ANTONIO MENDONÇA
CONSELHEIRO TITULAR: LUCIANO CAIXETA
CONSELHEIRO SUPLENTE: ELENISE SILVA ARAÚJO
CONSELHEIRO SUPLENTE: LORENA RODRIGUES LEITE CAIXETA
CONSELHEIRO SUPLENTE: MANOEL ALVES CARRIJO FILHO
CONSELHEIRO SUPLENTE: CHÁRBEL ABRHÃO ELIAS